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segunda-feira, outubro 25, 2010

Amor eterno

Se eu te amo e tu me amas,
Nada mais importa, somos indivisíveis.
Deixemos a paz guiar nosso amor.
Ele sempre sabe onde é o melhor lugar.

Se eu te quero e tu me queres me queres,
Não precisamos de mais nada.
Devagar sempre estaremos seguros.
A vida é curta, o amor eterno,
Somos nossa historia, é assim que te quero.


Paredes em branco.

Aqui estou, olhando para as paredes em branco.
Todos os dias imaginando o que poderia ser.
Estou completamente sozinho, e aí vem o amanhecer.
Sinto frio, não sei qual a cor ideal para mudar a parede.

Ouço as velhas lembranças que ecoam em minha mente.
Penso nos dias de glória, mas não quero olhar minhas medalhas.
Forjei minha vida em uma mentira, e agora estou aqui imaginando...
O que poderia ser, sei que posso começar de novo, quero a cor ideal.
Até o amanhecer, um novo dia está nascendo, vou pensar nisso depois.



Poesia Viva...

Perdido em seu vôo, desgarrado dos seus por ser diferente
O Anjo, o sonho, suas lagrimas caiam por todos, sofrimento contado
Não lhe resta mais nada, rogo a esperança, que lhe traga alento
Sua solidão, como um lobo negro, faminto de sua ingênua alma...

Sua briga é entre o dia e a noite, batalha que dilacera sua carne estéril
Mas suas lágrimas caem por terra caem por mim caem por você
Seus olhos eram como o sol, seu sorriso poderiam mudar o curso de tudo
Sozinho nesse mundo de dor, jardim sem flores ele tinha consigo uma verdade

Amado por uma mortal, que lhe acolheu Bela e Fera, são a eterna dualidade
Chore bela alma, ele merece seu amor o Anjo caído chora por todos, suas lagrimas...
De amor e de dor, ele precisa se purificar acalente em seus braços ele caiu por você.
Ate o fim de seus dias, estava escrito em seus sonhos, você acordou, eis seu amor

Você acorda, nunca o viu antes, mas seu puro coração sabe o que fazer, eis o Anjo
Abandonado a própria sorte, por ser diferente dos seus, ele conhecia seu coração...
Cuide, proteja-o, ele é diferente aos olhos dos mortais, salve-o em seu puro coração
Ate o final, estava escrito linda criança, em seus sonhos. Eis seu amor, mantenha a poesia viva, suas lágrimas não são em vão. 


Caminhando

Quero levar comigo pouca coisa, lembranças só as que marcaram.
Levo comigo minha força, meu amor é com ele que eu me vou. 
A vida é simples, mas devemos ter sempre a certeza, dos que nos amaram.
Ser completo e feliz, do meu jeito...
Não vou esperar por milagres ou a esperança se findar.
Que meu caminho me leve até  muito  longe, seguirei meu coração.
Caminhando, passos firmes eu darei, sei que um dia irei meu amor encontrar.

segunda-feira, outubro 18, 2010

Soneto de Sentimento

Mais que amor, mais que paixão que seria?
Não encontro a definição para esse sentimento.
Somos diferentes, sem igual nos tornamos magia.
É de fato todo dia, sem exceção um só movimento.

E transforma nossas vidas, isso é visível a todo mundo.
O coração se agrada entoando seu poema de felicidade.
Aos olhos do de todos, talvez incompreendido, mas profundo.
Nossa vida é só nossa, é a diferença que nos trás simplicidade.

De tão diferente e simplista fere os que estão a nossa volta.
Quando fere, menos nos entendem e isso nos revolta.
São complexados, mal amados isso nem sei

O que nos importa, é nossa lei de vida que criamos.
Nossa paixão é arrebatadora e é assim que nos amamos.
A resposta será sempre a mesma, “Amor”, assim direi.


“O Tempo”

Queria parar tudo nesse momento...
Você ignora meu desejo e se afasta continuamente.
Procuro a felicidade, que me deixe em paz à alma...
Você sempre contrariando, me diz que já é feliz.
eu choro e grito, quero falar de mim...

Você não ouve, se faz de desentendida.
Estou confuso, perdido entre meus pensamentos...
O tempo é cruelmente meu inimigo.
Não sei se me reencontro nessas tormentas.
 
Sei que um dia eu fui alguém, hoje não sei mais nada.
Se esconda, faça de conta que tua vida é perfeita...
·... Tente se mostrar forte, impiedosa.
Faça parecer que não precisa do amor para viver.

Tentei te alertar, quando os laços entre nós começaram a se soltar.
Eu disse que o tempo estava consumindo nosso amor.
Perdeu a mim, não percebeu que eu era importante, confiou no tempo dizendo que tudo se resolveria.

Agora o tempo acabou seu querido amigo lhe traiu...
Não temerei a mais nada, principalmente o “Tempo”.
Você me ensinou que ele é invencível, mas não é eterno.
E a eternidade em meu existir, um dia será de alguém que saiba me dar tudo que você nunca se importou.


sexta-feira, outubro 15, 2010

“”Nossos Corpos””

Esse desejo que me consome, ardente, eloquente.
Me queima vivo, morro e renasço em você.
Minha Fênix... me consumo todo dia para reviver junto a ti.
Não temo a nada, perigo é somente não sentir tudo isso.

Conto épico, onde a história se perde dentro de si mesma.
As brumas que acariciam nossos corpos nos momentos sagrados...
...Em nosso leito, altar da magia translúcida dos sentidos...
Nas noites tíbias das estações, inconsciente, inconsistente.

A persuasão de nossa cumplicidade, sem duvidas moralistas ou pudores
Nossa dramaturgia, nossos papeis humanos, somos imortais nos amando. 
Rasgam-se os véus ridículos do pecado, pois não há pecado no amor.
Melodia imortal incita-nos a gozar, em nosso amor profundo.
 

Te desejo mais e mais...

Viver junto a ti, é saborear dos  prazeres mais íntimos...
 O aroma da terra molhada, o alvorecer da essência... 
A satisfação de tudo que os sentidos podem abranger.

Viver junto a ti, é a plenitude do amor entre os sexos...
 A ternura da amizade, carinho e desejo de não temer a vida...
 Paixão que nunca se apaga, todo dia te desejo mais e mais.!!!

quinta-feira, outubro 14, 2010

Volúpia .


Quando menos esperas já estou experimentando de sua boca...
Sorrateiro, toco sua pele de seda, que me queima o corpo, alma...  
Arrepios de desejo, ofegantes, pois o ar não é o suficiente...
Lentamente, nos perdemos em nosso tempo, só ouvimos nosso som...
Sussurra em meu ouvido, coisas suas, seu tom sublime...
Me enlouquece, me domina me completa, me acalma, fale de amor...
Sensação que entorpece os sentidos da carne, a entrega, o cansaço...
Alucinante, momento único o mundo é nosso, imprevisíveis...
Somos o todo, somos volúpia e delírio... Somos um. 

quarta-feira, outubro 13, 2010

" Dualidade "

Tu és a idealização mais fortuita do poeta.
A soma dos vértices mais pragmáticos do ser.
A ilusão da ótica frívola do humilde.
O ponto culminante entre os alinhamentos astrais.

Eclosão das partículas do corpo, a divisão da ambigüidade.
A musa que inspira os instintos mais devassos.
A pele macia por debaixo dos espinhos frios do caule.
O ponto de desequilíbrio entre razão e obsessão.

A dualidade da existência.
Denotação do que seria a perfeição, um adágio único.
A contrariedade do Erudito.
Provérbio indefinível, verbo sem conjugação.

Inconstante, imprevisível, voluptuosa, sensual.
Paradigma da minha existência mortal.
Elencando a ti nesse complexo acredito definir.
Nesse poema intrincado que declamo. Assim tu és.